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Programa Minha Casa, Minha Vida: FGTS poderá ser usado para energia solar

Essa é uma iniciativa importante, tanto do ponto de vista de sustentabilidade no curto prazo como de redução de gastos das famílias do programa Minha Casa Minha Vida no longo prazo.

Entretanto, é conveniente analisar o tempo de retorno do investimento, uma vez que algumas famílias do programa MCMV têm o benefício da tarifa social de energia, um benefício social criado pelo Governo Federal para unidades residenciais de famílias com baixa renda. Consiste na redução da tarifa de consumo de energia elétrica em até 65%, para Indígenas e Quilombolas até 100%. A família deve estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, ou seja, ter NIS – Número de Identificação Social, com renda familiar mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo nacional, independente de possuir ou não o benefício do Bolsa Família; ou inscrita no Cadastro Único da Prefeitura, com renda familiar mensal de até três salários mínimos, que tenha alguém com doença ou patologia que precise do uso continuado de aparelhos ou equipamentos elétricos; ou, que tenha Idoso ou Deficiente que receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC, Lei LOAS, com seu respectivo NB – Número do Benefício.Continue a ler »Programa Minha Casa, Minha Vida: FGTS poderá ser usado para energia solar

Maior termelétrica com combustível renovável é inaugurada em São Paulo

A maior termelétrica do Brasil movida a combustível renovável – gás procedente de aterro sanitário – foi inaugurada na última sexta-feira (16), na cidade de Caieiras, na Grande São Paulo. A Termoverde Caieiras tem potência instalada de 29,5 megawatts (MW) e gera energia renovável a partir do lixo depositado em aterro, que libera o gás metano, usado como combustível para a termelétrica.Continue a ler »Maior termelétrica com combustível renovável é inaugurada em São Paulo

Mobilidade Inteligente

Um dos grandes desafios das cidades é reduzir o tempo de deslocamento das pessoas para o trabalho, lazer e outras atividades pessoais. O trânsito é um grande ofensor de produtividade e de gastos desnecessários de tempo, combustível e poluição do ar, obrigando os gestores das cidades a investirem em estruturas viárias mais complexas, como viadutos e alargamento de vias públicas, ao invés de direcionar esses investimentos para a saúde, educação, segurança, cultura e lazer da população. Felizmente, a tecnologia está ajudando as pessoas a minimizar os efeitos do trânsito descobrindo rotas mais livres entre dois pontos. O aplicativo móvel Waze é um exemplo, traçando rotas mais rápidas entre dois pontos, dinamicamente, através de informações de outras pessoas. Esses aplicativos, usando a velocidade média dos motoristas medida usando seus smartphones, oferecem mais inteligência às cidades.Continue a ler »Mobilidade Inteligente

Dados abertos é um estímulo ao empreendedorismo nas cidades inteligentes

O conceito de dados aberto parte da ideia que certos dados devem estar disponíveis para que qualquer pessoa possa publicar, redistribuir, reutilizar, processar e incluir em análises sem restrições de direitos autorais, patentes e quaisquer outros mecanismos de controle. O movimento de “dados abertos” ganhou popularidade com a Internet. As principais fontes de dados abertos são: ciência, governo e empresas privadas. Várias tecnologias e práticas de transparência permitem proliferar o conceito de transparência dos dados, como: crowdsourcing, mashups e hacks. O Brasil criou a Lei Federal nº 12.527/2011 que regulamenta o direito constitucional do acesso à informação pública, permitindo que qualquer pessoa, física ou jurídica, sem necessidade de apresentar o motivo, possa requerer o recebimento de informações de entidades e órgãos públicos. Combinando, dados abertos, tecnologias e práticas de transparência é possível criar novos modelos de negócios, estimulando o empreendedorismo e o crescimento econômico nas cidades inteligentes.Continue a ler »Dados abertos é um estímulo ao empreendedorismo nas cidades inteligentes

Economia compartilhada no turismo pode gerar receita extra para os cidadãos

O avanço da tecnologia aplicada a economia colaborativa, como o modelo de negócios do Uber e Airbnb, pode alavancar o turismo nas cidades inteligentes e gerar rendimentos extras para os cidadãos. Os serviços compartilhados estão modificando o comportamento dos turistas, tanto pela redução dos gastos como na busca de novas experiências de vida e na construção de novos relacionamentos. Os novos modelos de negócios permitem atender a nova expectativa dos turistas, a personalização das viagens. O desafio das cidades inteligentes é regular os serviços compartilhados para oferecer segurança de investimento aos cidadãos e segurança para os turistas.Continue a ler »Economia compartilhada no turismo pode gerar receita extra para os cidadãos

Prédios e bairros inteligentes e a regulamentação ambiental

Prédios inteligentes são mais efetivos se construídos em bairros inteligentes apoiados por um arcabouço regulatório que promova incentivos fiscais e uma infraestrutura urbana eficiente. Os bairros inteligentes devem prover capacidade de infraestrutura para atender demandas de energia, água, saneamento, transporte, habitação, escolas, segurança, hospitais e sistemas de gerenciamento de incidentes seguindo a legislação ambiental. Quanto maior for a infraestrutura de apoio do bairro e incentivos fiscais maior será a atratividade do local, capturando novos investimentos e talentos profissionais.Continue a ler »Prédios e bairros inteligentes e a regulamentação ambiental

Indicadores de serviços e qualidade de vida das cidades

Como selecionar uma cidade para instalar uma fábrica, um escritório ou mudar-se para ter melhor qualidade de vida? Para convencer investidores e atrair talentos as cidades devem criar atributos de valor que se destaquem no cenário nacional e internacional, uma vez que a competição é global. A ISO 37.120 que aborda o desenvolvimento sustentável de comunidades definiu 17 áreas temática que somam cerca de 100 indicadores para serviços e qualidade de vida nas cidades. Por ser uma norma internacional estabelece um padrão para comparar o desempenho das cidades e, consequentemente, de seus governantes. O cenário competitivo internacional e a norma acabam definindo um novo paradigma de gestão de cidades. Os planos de governo devem se apoiar no desenvolvimento de programas e projetos para melhorar esses indicadores e criar diferenciais inovadores. Os indicadores são isentos de ideologias políticas e formas de governo, eles são orientados a eficiência de gestão do executivo municipal em definir e executar ações para a população e desenvolvimento econômico com equilíbrio financeiro.Continue a ler »Indicadores de serviços e qualidade de vida das cidades